Os seguros de hoje não serão os mesmo de amanhã!

Quem não se lembra da série de televisão “o justiceiro” com o seu fabuloso carro de nome kitt? Não foi assim há tantos anos e na altura provavelmente ninguém pensava que volvidos apenas 30 anos fosse possível alcançar a tecnologia que possibilita hoje, por exemplo, aos condutores que o seu veiculo se conduza quase autonomamente. A tecnologia por detrás deste feito chama-se inteligência artificial e a par de tantas outras, como a robótica vão representar um enorme desafio para o mercado segurador. Segundo alguns especialistas a aplicação das tecnologias está-se a alargar a imensas áreas e muitas delas têm muito a ver com os seguros, como por exemplo os segmentos da biotecnologia, longevidade, robótica e mobilidade.

Os novos formatos de utilização do carro e o consequente impacto na mobilidade, trarão necessárias transformações ao nível da proteção dos indivíduos em situação de mobilidade. O maior recurso a meios alternativos e não poluentes de transporte, tais como a bicicleta, trotinetes e veículos elétricos autónomos serão cada vez mais uma realidade.

Este cenário implicará então muitas mudanças, algumas que poderão ser ultrapassadas através de adaptações internas. Tal já se verifica, por exemplo, em ramos como os dos seguros de vida, em que dada a cada vez maior longevidade da população, se começa a ponderar entre outras coisas, soluções de seguro para maiores de 65 anos de idade.

As novas tecnologias vieram para ficar, facilitamudam em diversas tarefas no nosso dia-a-dia e nós mediadores e seguradoras estaremos cá para nos adaptar às novas exigências.